sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Gregg Braden - O DNA e as Emoções


(Como o artigo anterior está em espanhol e traz um apanhado de diversas descobertas, algumas até um tanto polêmicas, como é o caso de Berrenda Fox, coloco aqui em separado e em português estas três experiências relacionando o DNA com nossas emoções, a fim de que não corram o risco de passarem desapercebidas.)

Experiências e respostas do DNA em relação às nossas emoções (por Gregg Braden). A seguir, três assombrosos experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e sua autocura em consonância com os sentimentos da pessoa.

EXPERIMENTO 1

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico. Nessa experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz).

Foi medida a distribuição desses fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro desse recipiente. Esse era o resultado esperado. Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Dessa vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.

Depois disso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.

EXPERIMENTO 2

Esse experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Essas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nessa experiência, o doador era colocado em um local e submetido a “estímulos emocionais” provenientes de videoclipes que geravam emoções ao doador. O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.

Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas) o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isso? Gregg Braden diz que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Essa energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Essa não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

EXPERIMENTO 3

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!) Esse experimento relaciona-se diretamente com a situação com o antrax. Nesse experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma mais prístina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podia medir suas alterações. 28 amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e SENTIR sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções.

O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE e seus filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais grosso. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos. Você há se sentiu alguma vez “descarregado” por emoções negativas? Agora já sabe por que seu corpo também se descarrega!

Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço. Essa experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo.

Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles. Assim, temos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor. Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.

Essas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isso ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Essa energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente essa rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

RESUMO:

O que tem a ver os resultados dessas experiências com nossa situação presente?Essa é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Como Gregg explica em seu livro O EFEITO DE ISAÍAS, basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro), mas também é profundidade. A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.

É assim que criamos nossa realidade, ao a escolhermos com nossos sentimentos. Nossos sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que pela Lei do Universo atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. Se você focar em temer qualquer coisa, seja lá o que for, estará enviando uma forte mensagem ao Universo para que te envie aquilo a que você mais teme.

Em troca, se você puder se manter com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão e focar-se em trazer mais disso para sua vida, automaticamente conseguirá afastar o negativo. Com isso, você estaria escolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com esses sentimentos.Pode-se prevenir o contágio do antrax, ou de qualquer outra gripe ou vírus, ao se permitir sentimentos positivos que mantêm um sistema imune extraordinariamente forte. Sendo assim, essa é uma proteção para o que vier.Busque algo pelo qual você possa estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos. “Esta é a mais fácil e melhor das proteções que você poderá ter.”

*

Há séculos o poder terapêutico dos sons tem sido utilizado por curadores, místicos e xamãs em suas práticas de cura, através da utilização de cânticos, mantras, preces e músicas sagradas, com o objetivo não só de estabelecer a conexão com a Divindade, mas de auxiliar os indivíduos na restauração do bem-estar físico, emocional e espiritual. Desde tempos imemoriais sabe-se que determinados tipos de sons podem produzir alterações de estados de consciência, permitindo aos indivíduos vivenciarem não só sentimentos de um profundo relaxamento, mas também de transcendência espiritual. Nesse sentido, a música tem sido utilizada por xamãs de todo o mundo e de todas as épocas, como um meio que permite aos indivíduos atingirem níveis bastante elevados de conexão com planos espirituais. A comprovação daquilo que tem sido demonstrado pelas tradições espirituais ao longo de tantos séculos, que os sons podem interferir positiva ou negativamente nos estados mentais e emocionais dos indivíduos, começa agora a ser validada por pesquisas que utilizam imagens gráficas computadorizadas obtidas por equipamentos de ressonância magnética e pelos traçados de ondas cerebrais obtidos por aparelhos de eletroencefalografia (EEG). Os resultados obtidos por esses equipamentos permitem uma melhor compreensão da relação existente entre diferentes freqüências sonoras, e nisso se incluem a música e a linguagem, e os conseqüentes estados mentais e emocionais por elas produzidos. Músicas utilizadas para meditação, por exemplo, produzem uma lentificação das ondas cerebrais e um maior relaxamento, enquanto que músicas de batida mais intensa levam a uma alteração das ondas cerebrais que produzem um estado de maior excitação emocional. Ao que parece a relação existente entre os sons, o funcionamento cerebral e o comportamento emocional dos indivíduos, é muito maior do que poderíamos pensar.

Tom Kenyon em seu livro “Brain States” nos fala a respeito de um interessante estudo conduzido pela dra Sue Chapman no hospital de Nova York, onde bebês prematuros internados na unidade neonatal foram divididos em dois grupos. O objetivo de tal pesquisa era avaliar a influência da música no desenvolvimento desses bebês. Ambos os grupos de bebês recebiam cuidados idênticos, a não ser pelo fato de que o grupo experimental ouvia várias vezes ao dia a canção de ninar de Brahms, enquanto que o grupo de controle não escutava essa canção. Os resultados foram surpreendentes. Os ‘bebês Brahms’ apresentaram um menor número de complicações, ganharam peso mais rapidamente, desenvolveram-se melhor, obtendo alta do hospital em média uma semana antes dos bebês do grupo de controle. Os resultados falam por si mesmos. Segundo os pesquisadores, tendo em vista o quanto a música pode afetar áreas difusas do cérebro, a canção de ninar de Brahms teria presumivelmente provocado alterações benéficas do ponto de vista cerebral, o que permitiu melhores resultados no estado geral desses bebês.

Em um outro estudo realizado em um monastério de monges beneditinos na França, Alfred Tomatis, um médico francês, foi chamado para atender monges que apresentavam sinais bastante claros de depressão, apatia e falta de apetite. Ao chegar ao monastério, Tomatis soube que o novo monge superior que havia assumido suas funções alguns meses antes, considerava-se um homem ‘moderno’ e passou a proibir a realização dos tradicionais cânticos gregorianos, por considerá-los ‘medievais’. Quando tal hábito foi restaurado, o estado de ânimo dos monges sofreu radical transformação, desaparecendo por completo os sinais de depressão. Os cânticos gregorianos eram os únicos estímulos sonoros presentes na vida desses monges e sua ausência demonstrou, sem dúvida alguma, sua importância fundamental para esses indivíduos.

A influência que os sons exercem na vida dos seres humanos apresenta desdobramentos ainda mais desafiadores, se entendermos que a linguagem é som, e que enquanto tal, dependendo da forma como é empregada, significativas alterações no comportamento dos indivíduos podem ocorrer. Recentes pesquisas no campo da genética têm demonstrando de forma surpreendente, que a chave para o entendimento da estreita relação entre sons, linguagem, estados emocionais e comportamento, encontra-se na estrutura do código genético humano.

A forma como a linguagem é utilizada apresenta uma importância fundamental para profissionais como terapeutas, advogados, políticos, clérigos e profissionais de vendas, que sabem que as palavras certas, empregadas no tom apropriado e da forma mais adequada, se tornam o fator que faz toda a diferença. Mas quais os mecanismos responsáveis pelo impacto causado pela linguagem? Experimentos e pesquisas científicas têm comprovado aquilo que as tradições místicas e esotéricas já falam há séculos: que os sons podem interferir positiva ou negativamente nas vidas dos indivíduos. As razões pelas quais isso acontece começam a serem encontradas através de interessantes pesquisas no campo da genética. Sabe-se que somente 10% do DNA humano é o responsável pela formação do corpo físico e pela determinação de características como cor dos olhos e cabelos, sendo que os restantes 90% foram por muito tempo tradicionalmente considerados como “sem função”. Todavia, ao que parece, é mais especificamente essa significativa porção de DNA que apresenta uma estreita relação com os processos da linguagem. Tal fato foi comprovado através de pesquisas realizadas por um grupo de geneticistas e lingüistas russos, liderados por Peter Gariaev, Ph.D, e Vladimir Poponin, Ph.D; ambos pesquisadores Sênior do Instituto de Física e Bioquímica da Academia de Ciências Russas. Esse grupo de pesquisadores trouxe ao conhecimento da comunidade científica algo absolutamente surpreendente: a comprovação de que o poder de influência das palavras (e da linguagem) sobre o ser humano, está relacionado à influência que os sons exercem sobre o DNA. Segundo os resultados obtidos através de pesquisas nos campos da genética e da linguística, tanto a linguagem quanto o DNA possuem uma estrutura idêntica, como se estivéssemos diante de um ‘texto lingüístico’ e de um ‘texto genético’, estabelecendo uma relação entre esses dois sistemas. Da mesma forma como a seqüência das palavras em uma frase é o que dá sentido ao que se quer dizer, uma seqüência específica de genes é o que determinará as características físicas dos indivíduos.

Até muito recentemente acreditava-se que a manipulação genética poderia ser realizada somente através do corte de material genético e inserção de genes. As pesquisas conduzidas pelos pesquisadores russos, têm demonstrado a possibilidade de uma medicina genética completamente nova, onde por mais incrível que possa parecer, o DNA pode ser ‘re-programado’ através da utilização de freqüências sonoras específicas! Para nosso assombro e surpresa, foi demonstrado que a utilização de vibrações sonoras adequadas, produziu alterações em amostras de DNA vivo! Pelo fato de ser completamente natural ao nosso DNA reagir aos sons, torna-se compreensível as razões pelas quais o comportamento humano sofre tamanho impacto através das sugestões hipnóticas, das afirmações místico-religiosas, da oratória de determinados profissionais, e até mesmo e principalmente através do que é dito pelos pais no processo de educação. O que esses pesquisadores mostraram é que existe uma relação entre linguagem e DNA mais estreita do que se poderia pensar.

A importância dos sons para a vida dos seres humanos não pára por aí. Autores como Tom Kenyon nos falam que tudo o que existe no Universo, desde os planetas até o jornal que você segura em suas mãos, encontra-se em constante estado de vibração. Ainda que não possamos perceber claramente, essa ‘realidade vibratória’ dá origem a ondas sonoras de freqüências variáveis. Isso também se aplica ao corpo humano, onde cada órgão apresenta uma freqüência vibratória (sonora) específica para seu funcionamento saudável. É como se nosso corpo tocasse uma ‘sinfonia’ inaudível para nossos ouvidos, onde cada órgão apresenta um tipo específico de vibração sonora. Nesse sentido, alterações nas ‘freqüências saudáveis’ dos órgãos vão dar origem ao surgimento dos mais variados tipos de doenças orgânicas. Da mesma forma, sons adequadamente produzidos poderiam restabelecer as freqüências saudáveis dos órgãos.

As implicações futuras para tais descobertas são muitas. Acredito que estejamos no limiar do surgimento de um novo tipo de Medicina Preventiva onde através de uma “Ciência dos Sons”, grandes avanços possam ser obtidos em relação à prevenção e cura de certas doenças, através da utilização de freqüências sonoras especificamente adequadas. As possibilidades ao que parece são inúmeras, e só nos resta aguardar com expectativa e curiosidade o desenrolar de descobertas que permitam os conseqüentes benefícios físicos e emocionais tão necessários a uma vida equilibrada e saudável, através da utilização de procedimentos mais naturais aos organismos dos indivíduos.

Monica Guberman Raza
Psicóloga Clínica Terapeuta Holística
mcrstar@hotmail.com

2 comentários:

Jéferson Marchesini - Fisioterapeuta disse...

Obrigado por compartilhar estes conhecimentos! Forte abraço

Jane Francis de Oliveira disse...

É verdadadeira a relação das palavras e sons positivamente calmos com a saúde. Experimentei colocar musicas suaves para a minha gata se reestabelecer de uma sirurgia e os resultados foram gratificantes, assim como dizer palavras de amor e amizade para as plantas, as tornam mais saudáveis e bonitas.